quarta-feira, 28 de maio de 2008

Febre de juventude


Hoje tive a grata oportunidade de coordenar um grupo de oito estudantes do 3º período de Jornalismo da UFPE (as figurinhas aí da foto) na cobertura, em tempo real, do I Seminário de Jornalismo Contemporâneo. Foi a primeira vez que eles participaram de uma experiência do gênero, e eu não poderia ficar mais feliz. Não só pelo resultado, que foi excelente, mas principalmente pelo comprometimento, responsabilidade, minúcia e zelo com a informação - e pela qualidade no trato dessa informação - demonstrada por esses meninos e meninas.

Sei que estou 'lambendo a cria', mas não poderia ser diferente. Quantas vezes contive o entusiasmo e o elogio para não parecer demasiado condescendente e pouco criteriosa? Pois chega de comedimentos. Parabéns à vontade de aprender, de fazer e refazer, e de experimentar o jornalismo. Que essa febre de juventude os acompanhe ao longo de todo o percurso.

E obrigada a André Simões, Bárbara Siebra, Glaucylayde Silva, Guilherme Carréra, Gustavo Maia, Luísa Ferreira, Rafaella Correia e Sofia Costa Rêgo (na edição) pela injeção de entusiasmo e pelo exemplo de jornalismo não-cordial.

6 comentários:

luísa disse...

muuito obrigada pela oportunidade, Adriana!
foi ótimo! :)

luísa. disse...

tive que comentar de novo, não resisti :)
tava pensando agora que tua cadeira e essa cobertura ontem foram praticamente as primeiras coisas instigantes que eu encontrei na faculdade, até agora. primeira vez que eu senti mesmo vontade de "aprender e experimentar o jornalismo", e eu tava sentindo falta disso (e adorei!)

brigada de novo ^^

Adriana Santana disse...

Luísa, fico muito feliz em participar desse início da relação de vcs com o jornalismo. mesmo. principalmente porque tive poucas oportunidades de me apaixonar pela profissão dentro da faculdade. acho que isso é o que me move a fazer diferente com vcs. e tenho certeza de que vc ainda vai se deparar com várias coisas instigantes na universidade e por aí afora. comecinho de curso é assim mesmo, a gente acha que nunca vai chegar a hora do "de verdade", do pra valer. depois melhora, porque ela sempre chega, de um jeito ou de outro... :)

Gustavo Maia disse...

Muito obrigado, Adriana.
Foi uma experiência maravilhosa...
O capital simbólico adquirido vai ficar para o resto da vida!
Concordo quase que plenamente com as palavras de Luísa. Explico: Não foi a primeira vez que eu senti isso, mas senti novamente e com bastante intensidade.
Abraços,
Gustavo.

Ps.: Manda aqueles textos pro nosso e.mail por favor... Sua identidade será mantida em sigilo. Estou doido pra ler aquele, n. c..a .o. .a..a.o

André Simões disse...

"achei ótimo!"

Adriana disse...

O texto, "aquele texto", chegará a vcs, não se preocupem. Como sou da era glacial, não o tenho digitado, mas vou providenciar. bjs a todos!