Estarei no Intercom Nacional, em Caxias do Sul/RS, em setembro, apresentando dois trabalhos. O artigo No espaço da convergência: a participação de usuários na construção noticiosa de um acidente aéreo (no GT de Teoria do Jornalismo) e A hiper-realidade em Cleycianne: efeitos de verdade a partir da paródia (Cibercultura), este uma divertidíssima parceria com os hermanos Cecília Almeida e Dieguito Gouveia.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
publicando...

Boas novas trazidas pelos ventos do Sul. Acaba de sair nova edição da Revista Intexto, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRGS. Tem artigo (em pdf) meu e do meu orientador sobre... jornalismo, por supuesto. Título: O lugar de referência e o rigor do método no Jornalismo: algumas considerações. Leiam, comentem, critiquem, descasquem. Só não aceitamos xingamentos à genitora... :]
sexta-feira, 9 de julho de 2010
flashes
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Este é o meu Carnaval

Meu Carnaval tem nome e não termina na quarta-feira ingrata, que sempre "chega tão depressa, só pra contrariar". Chama-se tese e está em processo adiantado de nascimento. As contrações já chegaram, bem como a dilatação. Só torço para que não seja a fórceps.
Abraços a todos e perdão pelo descaso involuntário para com este espaço. E brinquem, por mim, os dias de festas que se seguirão pela frente.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Posturas e imposturas jornalísticas
Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria (Borges)Olá aos que navegam neste mar,
Este breve (quase fugidio) post é só para socializar texto recém-publicado na Revista Em Questão, da UFRGS. Leiam, passem a vista, repassem, ignorem... Só não deixem de comentar!
O repórter e o jornalista cordial : Sobre posturas e (im)posturas no jornalismo
Adriana Santana
Resumo
Tomando a apuração jornalística como ponto-chave de análise, este artigo tem como propósito a delimitação e descrição do espaço que a investigação, a pesquisa, o apuro com a informação, ocupam no modus operandi jornalístico contemporâneo. De modo a visualizar o papel que o processo de investigação atua no ‘produto final’ do fazer jornalístico, optou-se como método a elaboração uma matriz de critérios que dimensionem a presença de elementos de apuração jornalística em textos noticiosos. Essa proposta analítica foi aplicada na avaliação de matérias efetivamente publicadas, trazendo como conclusões uma primeira tentativa de se identificar como os critérios de apuração são utilizados e, ainda, de que modo o uso ou descarte de alguns desses elementos podem contribuir à qualidade informativa do texto jornalístico.
Tomando a apuração jornalística como ponto-chave de análise, este artigo tem como propósito a delimitação e descrição do espaço que a investigação, a pesquisa, o apuro com a informação, ocupam no modus operandi jornalístico contemporâneo. De modo a visualizar o papel que o processo de investigação atua no ‘produto final’ do fazer jornalístico, optou-se como método a elaboração uma matriz de critérios que dimensionem a presença de elementos de apuração jornalística em textos noticiosos. Essa proposta analítica foi aplicada na avaliação de matérias efetivamente publicadas, trazendo como conclusões uma primeira tentativa de se identificar como os critérios de apuração são utilizados e, ainda, de que modo o uso ou descarte de alguns desses elementos podem contribuir à qualidade informativa do texto jornalístico.
Texto completo em pdf: http://www.seer.ufrgs.br/index.php/EmQuestao/article/view/9393/5803
Marcadores:
artigo,
imposturas jornalísticas,
socializando
domingo, 20 de setembro de 2009
Extra-muros

Bons ventos que trazem as boas novas.
Aprovado pela UFPE nosso projeto de extensão com o Diario de Pernambuco, com vistas a analisar e capacitar a iniciativa de jornalismo colaborativo do veículo. Alunos de graduação, mestrado e doutorado envolvidos na empreitada.
Mais detalhes neste link.
Marcadores:
Diario de Pernambuco,
jornalismo colaborativo,
projeto de extensão
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Na rua

Ver a pesquisa saindo da gaveta, caminhando a passos largos pela rua, numa quase-independência, sendo vista, analisada e discutida por outras pessoas fora do circuito acadêmico; era tudo isso o que me faltava, e é o que acaba de começar a acontecer com a minha tese.
Iniciei, de fato, o trabalho de campo, e aparte a falta de jeito e incômodos iniciais (quem ainda acha que trabalho etnográfico é só olhar os outros com imperceptível cara de paisagem, perdão, mas caiu do cavalo em disparada), está sendo uma lufada de brisa marinha nos meus escritos.
A minha observação das rotinas de apuração num jornal irá durar nove meses. Sim, um novo parto. Mas já sei, de antemão, que essas 'contrações' me trarão a tão visada (por mim) desburocratização do texto acadêmico e a aproximação, com a bênção de João do Rio, à "alma encantadora das ruas".
(dica bibliográfica e meu atual livro de cabeceira: BEAUD, Stéphane;WEBER, Florence. Guia para a Pesquisa de Campo: produzir e analisar dados etnográficos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007)
Assinar:
Postagens (Atom)
