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terça-feira, 9 de setembro de 2008

como quem partiu ou morreu


hoje é daqueles dias em que me sinto mesmo numa roda-viva buarqueana, que me fez "estancar de repente" ao mesmo tempo em que "o mundo cresceu". amanhã passa. se tardar, é porque já passou e eu nem senti.

quando voltar à normalidade, o jornalismo torna a ser tema neste blog. hoje, perdoem-me, mas às favas com o fazer jornalístico, que eu quero mesmo é entrar debaixo do cobertor e só sair quando a tempestade for embora.